Para circular

“(…) Anny Milovanoff afirma que ‘no pensamento do nômade, o habitat não está vinculado a um território, mas antes a um itinerário’. O trajeto o mobiliza.

Assim, cada ser — e por que não escutas (do ouvir)? — ao invés de constituir espaços fechados, como partes de comunicação regulada, encontra-se, pelo contrário, distribuído ‘num espaço aberto, indefinido, não comunicante’. Neste momento propomos um exercício: a escuta da ‘música das ruas’. E, ao falar de uma ‘música das ruas’, estamos aproximando-a da idéia de ‘música flutuante’. ‘Música das ruas’: uma textura sonora que a cidade secreta. Ruas. Rico tecido de sons que se movem e nos arrastam. Diferentes velocidades. Diferentes dinâmicas. Música das ruas. Nervosa. Palpitante. Explosiva. Mapa aberto. Pontos que se conectam como um rizoma. Música que flutua.” dos Santos, 2001.

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